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O PAN DE TUDO

PAN-PAN,PAN-PAN, PAN-PAN… faz o coração da humanidade face a catástrofe do PAN. Não fomos preparados para termos um coração que pulsa muito intensamente e enseja conhecer o novo. Conhecer o PAN não é privilégio de todos, mas senti-lo sim, mesmo os que os desconhecem. Seria um novo portal de mundo que estamos a atravessar? Notadamente o PAN está intrínseco como um axioma vertical que atingiu todos os tecidos de todos os povos. Nota-se que há o PAN do isolamento social; o PAN das redes sociais como meio de transpor as barreiras do isolamento; o PAN da saudade mesmo daqueles que moram na mesma cidade e por motivos último e extremo do desleixo não comungam relações exceto nas datas comemorativas. O PAN que nos maltrata retirando do nosso meio os nossos entes queridos .O PAN do medo da incerteza do que fazer em caso “de”; O PAN da falta material para o nosso sustento; O PAN da incerteza dos nossos trabalhos; O PAN de não saber viver em isolamento social! Nota-se quem ensinamos nossos filhos a comportar-se , ser educado , ter cultura, mas não sabemos nada além de falar sobre o assunto, muito menos processar sua execução que entre os adultos é quase impossível. Isso porque o número de violência social aumentou de forma estarrecedora . O PAN de convivência diária limita nossas atitudes, achata nossos sentimentos, há uma disputa entre o “ele” e” ela” – “ele” e “ele” , ou “ela” e ”ela”, mesmo que inconsciente coloca à prova os seres tidos como humanos, e por incrível que pareça, revela quem somos e como agimos. Como não poderia ser diferente o PAN também está presente na falta de assistência, tanto médica como social. E mais, nos revelou o tecido social mais abastado do que se tinha uma falsa noção de ser menor, porque estava tão bem “maquiado” aos olhos da autoridades ao ponto de fazerem vistas grossas sobre tal situação. Como não poderia ser diferente, o PAN também está presente no Palácio do Planalto. É.. o PAN DA CRISE INSTITUCIONAL , onde todos os poderes tentam amenizar tal situação devido as trapalhadas do chefe republicano.

Amenizando o tema que é paradoxo na sua diagramação pelo número de letras o que se contrapõe a imensidão da sua abrangência, entre outras, e por fim destacamos o PAN da fé, da religiosidade e do amor. Cada vez mais intensa e presente nos lares dos brasileiros.

Convidamos a todos refletirem sobre o PAN . Até onde eu escuto o pulsar deste coração? Até onde seu batimento ( PAN-PAN...,PAN-PAN..,PAN-PAN..) , o seu ritmo me fez despertar para essa nova-velha consciência social a qual estamos ingressando? Onde me enxerguei? O que eu fiz ou posso fazer para me preparar para essa nova realidade? PAN-PAN, PAN-PAN, PAN-PAN , o pulsar segue...

José Martins Alegre Júnior é Bacharel em Ciências Sociais e Jurídicas pela PUC/RS, campus Uruguaiana, e pós-graduando em Direito do Trabalho pela mesma universidade, campus Porto Alegre. É advogado (OAB/RS nº 60.684), com atuação na área de Direito Previdenciário, Direito Trabalhista, Direito Civil e Direito Penal. Assiste a Rua Rodrigues Lima, nº 376, sala 701, Edifício Dom Joaquim. Contato: [email protected].